Dados Geográficos
O Design Ambiental começa com Dados Geográficos (GeoData) precisos. Integrar a geometria urbana do mundo real é o primeiro passo crítico para realizar estudos significativos de vento, insolação e sombreamento. Ao trazer dados do OpenStreetMap ou Shapefiles para o Grasshopper, projetistas podem otimizar o volume das edificações com base nas restrições reais do entorno.
Fluxos de Trabalho
Seção intitulada “Fluxos de Trabalho”1. OpenStreetMap (OSM)
Seção intitulada “1. OpenStreetMap (OSM)”Ideal para prototipagem rápida do terreno. Utilizando o plugin Caribou, é possível processar rapidamente arquivos .osm para gerar contextos 3D imediatos para simulações ambientais preliminares.
Onde obter os dados?
Seção intitulada “Onde obter os dados?”Utilize a ferramenta de exportação oficial do OpenStreetMap. É ideal para recortes rápidos e específicos de áreas menores.
2. Shapefiles (SHP)
Seção intitulada “2. Shapefiles (SHP)”Essencial para análises urbanas de grande escala. Com o Urbano, é possível manipular conjuntos de dados massivos (cidades inteiras) e metadados profundos, fornecendo uma base mais robusta para um planejamento mestre energeticamente eficiente.
Onde obter os dados?
Seção intitulada “Onde obter os dados?”Para dados de cidades inteiras ou regiões extensas, utilize o Geofabrik ou o BBBike. O BBBike, em particular, permite extrair áreas personalizadas em diversos formatos.
QGIS: Preparação de Dados
Seção intitulada “QGIS: Preparação de Dados”Antes de importar grandes volumes de dados para o Grasshopper, profissionais utilizam o QGIS. Ele é essencial para abrir arquivos Shapefile (.shp), filtrar apenas as informações necessárias (como curvas de nível ou perímetros de edifícios) e converter sistemas de coordenadas. Isso evita o travamento do Rhino e garante que os dados estejam geometricamente corretos.