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Mapeamento urbano no Grasshopper. Mapeamento urbano no Grasshopper.

Dados Geográficos

O Design Ambiental começa com Dados Geográficos (GeoData) precisos. Integrar a geometria urbana do mundo real é o primeiro passo crítico para realizar estudos significativos de vento, insolação e sombreamento. Ao trazer dados do OpenStreetMap ou Shapefiles para o Grasshopper, projetistas podem otimizar o volume das edificações com base nas restrições reais do entorno.

Ideal para prototipagem rápida do terreno. Utilizando o plugin Caribou, é possível processar rapidamente arquivos .osm para gerar contextos 3D imediatos para simulações ambientais preliminares.

Utilize a ferramenta de exportação oficial do OpenStreetMap. É ideal para recortes rápidos e específicos de áreas menores.

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Essencial para análises urbanas de grande escala. Com o Urbano, é possível manipular conjuntos de dados massivos (cidades inteiras) e metadados profundos, fornecendo uma base mais robusta para um planejamento mestre energeticamente eficiente.

Para dados de cidades inteiras ou regiões extensas, utilize o Geofabrik ou o BBBike. O BBBike, em particular, permite extrair áreas personalizadas em diversos formatos.

Antes de importar grandes volumes de dados para o Grasshopper, profissionais utilizam o QGIS. Ele é essencial para abrir arquivos Shapefile (.shp), filtrar apenas as informações necessárias (como curvas de nível ou perímetros de edifícios) e converter sistemas de coordenadas. Isso evita o travamento do Rhino e garante que os dados estejam geometricamente corretos.

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